Uma doença que cada vez mais cresce em todo o mundo – sendo mais de mil casos apenas no Brasil todos os anos – é a Esclerose Lateral Amiotrófica, conhecida simplesmente como ELA ou por Doença de Lou Gehrig. Esta doença é caracterizada pelo fato das células nervosas se degenerarem, reduzindo a funcionalidade dos músculos que elas atendem. A causa é desconhecida, mas o principal sintoma é a fraqueza muscular. A novidade é que o canabidiol, substância encontrada na Cannabis sativa, popularmente conhecida como maconha, tem se mostrado eficiente no tratamento desta doença, dos seus sintomas e da conquista de mais qualidade de vida aos pacientes. Isso porque, segundo os especialistas, o sistema endocanabinoide pode ser estimulado para proteger os neurônios motores, e os nervos que controlam o movimento do corpo. Para quem ainda não conhece a ELA, é importante dizer que a doença afeta e degrada os neurônios que controlam o movimento. O paciente apresenta rapidamente fraqueza e paralisia, e a morte pode ocorrer dentro de 3-5 anos na maioria dos casos, mas as funções cerebrais continuam intactas – como é o caso do cientista físico Stephen Hawking – conhecido também por ser portador da doença. Esclerose Lateral Amiotrófica e tetrahidrocanabinol A Esclerose Lateral Amiotrófica ainda foi pouco estudada pela ciência e ainda não se quais são as causas exatas da patogênese. Contudo, em pesquisas recentes, pôde-se confirmar certos benefícios do THC (tetrahidrocanabinol) aos pacientes com ELA, principalmentequanto à melhora do apetite, combate à insônia e espasticidade. O derivado daCannabis ajudou ainda a proporcionar alívio de salivação excessiva, fala e dificuldade de deglutição, fraqueza, falta de ar, depressão e dor. O tetrahidrocanabinol é muito eficaz ainda no relaxamento muscular. Em teste com animais com ELA, o THC apresentou retardoda deficiência motora e sobrevivência foi bem prolongada. Os estudos comprovaram ainda que a substância é eficaz contra os efeitos oxidativos, danos na medula espinhal, diminuindo assim a progressão da doença, aumentando o tempo e a qualidade de vida dos pacientes. Seus efeitos são ainda mais positivos quando associados a um tratamento interdisciplinar. Estes estudos sobre os benefícios do tetrahidrocanabinolainda são muito recentes, mas oferecem sólida esperança para milhares de pessoas em todo o mundo que lutam contra o tempo na busca de soluções que retardem ou parem os sintomas da ELA e até mesmo de outras doenças degenerativas. O canabidiol ainda gera muita polêmica no Brasil uma vez que a sua produção e uso é proibido pela Anvisa, salvo em algumas situações em que a justiça determina que o uso seja liberado a pacientes com diversas doenças – inclusive a ELA. Para saber mais como importar e adquirir produtos com THC, acesse esta página e confira as informações da FarmaUSA. Gostou da matéria? Conhece alguém que tenha Esclerose Lateral Amiotrófica? Deixe um comentário a seguir!

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